Guiado por novas vozes. Abrindo espaço para novos talentos e perspectivas na moda brasileira.
A indústria da moda opera a partir de estruturas excludentes que limitam o acesso de talentos emergentes de contextos sub-representados.
Incorporados como referência estética, mas não como protagonistas, grande parte desse potencial permanece invisível, sub-remunerado ou perdido — junto com narrativas, visões e perspectivas que a moda brasileira ainda não viu.
O Projeto 13 nasce para transformar isso.
O Projeto 13 conecta estilistas e artistas emergentes de contextos invisibilizados a um processo profissional de cocriação. A cada ciclo, uma nova curadoria desenvolve, coletivamente, uma coleção autoral que se desdobra em produtos comerciais e narrativas culturais.
A incubadora gera as coleções. A marca as leva ao mercado. Esse retorno financia os próximos ciclos — e os próprios talentos. Assim, o processo criativo coletivo se transforma em valor econômico, simbólico e em mobilidade real dentro da indústria.
“Ao longo da minha trajetória, vi de perto — e vivi na pele — a distância entre o potencial criativo de tantos talentos e as oportunidades reais de inserção no mercado. O Projeto 13 é o espaço que eu mesma gostaria de ter encontrado.”
Seis etapas que integram criação, desenvolvimento profissional e inserção no mercado em um único sistema — desenhado para acontecer de novo, e melhor, a cada edição.
Todo ciclo é conduzido por uma direção criativa clara — cocriação com espinha dorsal.
Encontros com referências da moda nacional e mentorias individuais com profissionais da indústria.
Apoio prático na construção de portfólio profissional e presença qualificada no digital.
Inserção em uma rede de contatos que segue circulando oportunidades depois do fim do ciclo.
Percentual do lucro líquido da coleção dividido entre os participantes. Visibilidade com contrapartida.
Documento formal do papel de cada criativo na coleção — para portfólio, para currículo, para a história.
O Projeto 13 foi um dos projetos selecionados para a mentoria da Soho House, realizada em parceria com a Creative Futures Collective — programa que recebeu mais de três mil inscrições de criativos de todo o país.
Durante os meses de mentoria, Maria Mantuan foi acompanhada por profissionais da indústria criativa e da moda no processo de estruturar o Projeto 13 como um modelo de negócio consistente: refinando a proposta de valor, o formato da incubadora, o modelo de receita e as bases para a sua continuidade e expansão.
Foi dentro desse processo que a primeira edição-piloto tomou forma — como um exercício prático de validação do modelo.
A primeira edição foi realizada como piloto com quatro participantes selecionados por curadoria — designers de moda, artista plástica e fotógrafa — dentro da mentoria da Soho House São Paulo.
Encontros online e presenciais de troca. Construção coletiva de conceito, moodboards e croquis. Um dia no ateliê de moda e têxtil da USP para experimentação de moulage. Um protótipo em tamanho real.
O processo validou o modelo — a cocriação funcionou, o grupo se encontrou criativamente, o conceito tomou forma. O maior aprendizado foi sobre tempo e estrutura: insumos diretos para o próximo ciclo.


Nos próximos 1 a 3 anos, o Projeto 13 busca se consolidar como o principal modelo de incubadora–marca de moda com impacto social do Brasil — autossustentável e culturalmente relevante.
Curadoria crescente de talentos e coleções ao longo do ano.
Presença consolidada em canais de venda, mídia e espaços estratégicos da indústria.
Experiências, eventos culturais, talks, workshops, licenciamentos e colaborações.
Parceiros institucionais, culturais e comerciais tecendo o ecossistema do projeto.
Talentos que passaram pelo projeto seguem sendo apoiados, indicados e visibilizados — referências por direito próprio.
Instituições, marcas, criativos e apoiadores que queiram construir junto — o Projeto 13 está aberto ao diálogo.
@p.rojeto13